Projetos Interdisciplinares

Atualmente, observa-se grandes transformações em todas as áreas da atividade humana. E essa regra não foge às relações de ensino-aprendizagem. Vê-se cada vez mais a necessidade da utilização de métodos como Aprendizagem Baseada em Projetos ABP e Cultura Maker para o desenvolvimento de competências e habilidades dos Xaverianos. Essas transformações são pilares de nosso aprendizado, pois privilegia o protagonismo do Xaveriano, oportunizando momentos de colaboração, criatividade, atitude crítica e autônoma, buscando a quebra da compartimentalização de conhecimentos e da rigidez da organização de tempos e espaços. (PEC 41).

Baseados nesses métodos, muitos projetos foram desenvolvidos ao longo do ano no SANFRA. Conheça alguns deles:

“Nós do Brasil”

“Nós do Brasil”

Surgiu da leitura do livro paradidático para suscitar uma reflexão a partir de conexões históricas que levem à compreensão da identidade do povo brasileiro

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O projeto “Nós” do Brasil surgiu da leitura do livro paradidático para suscitar uma reflexão a partir de conexões históricas que levem à compreensão da identidade do povo brasileiro, possibilitando o conhecimento dos grupos que conviveram e convivem no cotidiano brasileiro.

A nossa civilização antiga

A nossa civilização antiga

O aluno irá conhecer os aspectos econômicos, sociais, culturais, ambientais e políticos das civilizações da antiguidade

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O projeto “A nossa civilização antiga” justifica-se pela importância de o aluno conhecer os aspectos econômicos, sociais, culturais, ambientais e políticos das civilizações da antiguidade, de modo interdisciplinar e compreendendo as relações entre os diversos aspectos que compõem uma sociedade. Envolvendo todos os componentes curriculares, as civilizações que serão criadas deverão apresentar os aspectos das civilizações originais, acrescidos de elementos criados pelos próprios alunos, estimulando a criatividade, a pesquisa, o trabalho em equipe, entre outros. Em parceria com o “Nave à vela”, além dos aspectos teóricos da civilização, também serão criados objetos de arte, economia e cotidiano para desenvolver outros tipos de habilidades nos xaverianos.

Ação Amazônia – formando os agentes da transformação

Ação Amazônia – formando os agentes da transformação

Colaborar com a formação socioambiental, política e cultural de agentes de transformação

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“A Amazônia brasileira tem mais de 5 milhões de quilômetros quadrados, em nove estados, e ocupa 59% do território nacional. È uma realidade complexa, desconhecida da maioria dos brasileiros. Abriga 30% de todas as formas vivas do planeta e contém 15,5% da água doce do mundo. Conta com mais de 250 povos indígenas, dezenas deles isolados, e comunidades tradicionais de quilombolas, seringueiros, pescadores, ribeirinhos, posseiros e extrativistas.” (Plano Apostólico – Província dos jesuítas do Brasil 2015-2020) A Amazônia e as florestas tropicais, que armazenam de 90 bilhões a 140 bilhões de toneladas de carbono, ajudam a estabilizar o clima em todo o mundo. Só a Floresta Amazônica representa 10% de toda a biomassa do planeta. Todo este patrimônio natural e sociocultural do Brasil a serviço da humanidade encontra-se gravemente comprometido pelas intervenções humanas.

Devido à sua singular importância no cenário socioambiental nacional e internacional, e pelas características específicas desta imensa e desconhecida região, é de interesse, não só da Província dos Jesuítas do Brasil, mas também da Rede Jesuíta de Educação, da qual a comunidade xaveriana faz parte, promover a reflexão da realidade.

Promover o aprofundamento teórico sobre a história sociopolítica da região, as causas da persistente situação de desigualdade e de exploração das populações e da natureza.

Colaborar com a formação socioambiental, política e cultural de agentes de transformação, para que os mesmos participem do diálogo no espaço público, assumindo a defesa da vida nesta região assim como da natureza em geral.

Debate: Aquecimento Global: ambientalista x céticos

Debate: Aquecimento Global: ambientalista x céticos

A realização de debates em sala de aula oferece aos alunos a oportunidade de exporem suas ideias

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A realização de debates em sala de aula oferece aos alunos a oportunidade de exporem suas ideias prévias a respeito de fenômenos e conceitos científicos num ambiente estimulante. Torna-se, então, necessária a criação de espaços onde os alunos possam falar e, por meio da fala, tomar consciência de suas próprias ideias, além de aprenderem a se comunicar com base num novo gênero discursivo: o científico escolar (Capecchi e Carvalho, 2000).

Assim pode-se afirmar que a alfabetização científica visa prover os alunos do entendimento e leitura do conhecimento científico, já o letramento além de objetivar ao indivíduo uma leitura do conhecimento científico socialmente construído tem a promoção de conduzir a ação na sociedade e como pessoa humana.

Debate: Química e Sociedade

Debate: Química e Sociedade

A prática da argumentação pode contribuir muito para a aprendizagem das ciências e para a formação do aprendiz-cidadão

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O debate está centrado no exercício da argumentação como “uma atividade social discursiva que se realiza pela justificação de pontos de vista e consideração de perspectivas contrárias (contra-argumento) com o objetivo último de promover mudanças nas representações dos participantes sobre o tema discutido” (De Chiaro e Leitão, 2005, p. 350). Embora o confronto entre argumento e contra-argumento não garanta mudanças de ponto de vista, o processo é pré-requisito fundamental para que mudanças de perspectiva possam ocorrer (Leitão, 2000). Ainda que a prática da argumentação ocorra em contextos sociais diversos e constitua recurso privilegiado de mediação em processos de construção de conhecimento (Leitão, 2000), acreditamos que, em sala de aula, ela possa contribuir muito para a aprendizagem das ciências e para a formação do aprendiz-cidadão.

Do Sanfra ao Padre Chico na ponta dos dedos/Ipiranga na ponta dos dedos

Do Sanfra ao Padre Chico na ponta dos dedos/Ipiranga na ponta dos dedos

Transferir o foco do educando de “saber” para “aprender”

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Este projeto tem como foco a reciprocidade, em que cada disciplina seja enriquecida com a contribuição das demais; uma busca pela interdisciplinaridade, sendo o professor o agente de superação da compartimentação dos saberes.
Identificar que a disciplina de Matemática é uma ferramenta a ser utilizada pelas outras áreas do conhecimento (Física e Química).

Transferir o foco do educando de “saber” para “aprender”.

Aplicar os diversos conhecimentos adquiridos (ver conteúdo programático das disciplinas) na reprodução de uma edificação real do bairro do Ipiranga.

Reproduzir de forma fidedigna, ou seja, totalmente em escala, uma edificação presente na rua do colégio (trajeto que liga o Colégio São Francisco Xavier ao Instituto Padre Chico).

Promover a interação entre os xaverianos e os educandos do Instituto Padre Chico.

Doenças que afetam os Sistemas do Corpo Humano

Doenças que afetam os Sistemas do Corpo Humano

A importância do aluno conhecer o funcionamento dos Sistemas do Corpo Humano de modo interdisciplinar

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O projeto “Doenças que afetam os Sistemas do Corpo Humano” justifica-se pela importância de o aluno conhecer o funcionamento dos Sistemas do Corpo Humano, de modo interdisciplinar e compreendendo as relações entre o Sistema, a doença relacionada e a incidência de casos na América. Estimulando a criatividade, a pesquisa, o trabalho em equipe, entre outros.

Era uma vez uma princesa que se salvou sozinha

Era uma vez uma princesa que se salvou sozinha

O que mais a mulher deve fazer para ser respeitada e valorizada na sociedade?

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O Projeto “Era uma vez uma princesa que se salvou sozinha” surgiu da questão norteadora: “O que mais a mulher deve fazer para ser respeitada e valorizada na sociedade? ”, que oportunizará aos xaverianos a possibilidade refletir e discutir sobre a posição da mulher no mundo moderno.

Foguete de propulsão a água

Foguete de propulsão a água

O projetose utiliza da Cultura Maker (Do It Yourself ) como um pilar do aprendizado

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“Foguete de Propulsão a Água” é um projeto que tem sua metodologia fundamentada na Aprendizagem Baseada em Projetos (ABP). Esta metodologia propicia uma aprendizagem inserida no contexto educacional, na qual o Xaveriano é agente na produção do seu conhecimento, rompendo com a forma rígida e pré-estabelecida do desenvolvimento dos conteúdos, mas possibilitando que os mesmos sejam incorporados, codificados e recodificados durante o desenvolvimento do projeto.

O projeto ainda se utiliza da Cultura Maker (Do It Yourself ) como um pilar do aprendizado. Este pilar, baseado no “aprender fazendo”, privilegia o protagonismo do Xaveriano, oportunizando momentos de colaboração, criatividade, atitude crítica e autônoma, buscando a quebra da compartimentalização de conhecimentos e da rigidez da organização de tempos e espaços. (PEC 41).

“Foguete de Propulsão a Água” almeja à transposição dos limites frios atualmente delineados para o ensino formal, descritivo e axiomático, para um novo cenário, rico de estímulos e fortemente interativo, capaz de proporcionar a autonomia do Xaveriano em elaborar e testar suas hipóteses. (PEC 42).
Esse projeto possui um tipo de organização e planejamento do tempo e dos conteúdos que envolvem uma situação-problema e têm como objetivo articular propósitos didáticos e sociais, ou seja, construir a aprendizagem juntamente com um produto final (MOÇO, 2011)

Formação Cívica e Cidadã

Formação Cívica e Cidadã

Participar de forma ativa na transformação da sociedade através do respeito à individualidade e aos direitos e modo de vida das pessoas

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PROFESSORES RESPONSÁVEIS: Todas as professoras titulares de sala

COORDENADORAS RESPONSÁVEIS: Daniela Conti

DURAÇÃO: Todo ano letivo

(…) “É preciso ver com o coração. Quem vê sem sentir dor deixa o mundo como está. Mas quem sofre quando vê, coloca a mão na massa para mudar a situação”.

RUBEM ALVES 

JUSTIFICATIVA

Cidadania – uma palavra usada com frequência, mas que poucos entendem o que significa – quer dizer, em essência, a garantia por lei de viver dignamente. (DIMENSTEIN, 2011)

Cidadania é o direito à vida com tudo que deve vir junto: liberdade, justiça, saúde, trabalho, educação, etc. (NOVAES E LOBO, 2008) e, portanto, a importância do desenvolvimento desse projeto na escola que precisa desde cedo ser apresentado às crianças.

É indispensável reservar um espaço na escola para transmitir valores como solidariedade, tolerância, respeito, o que é certo e o que é errado para si e para os outros e, a partir daí, respeitar as regras e lutar para que elas funcionem na prática, mostrando aos alunos que o mundo é feito de muitas pessoas com necessidades diferentes e, que eles são parte desse todo – e não o centro – aspecto fundamental para ensinar cidadania.

Ao trabalharmos Bullying neste projeto, reconhecemos ser um problema que fere os princípios da cidadania e, portanto, merece nosso olhar atento e cuidadoso, no sentido de impedir um aluno de fazer mal a outro e, assim, ser tolhido seu direito de usufruir de uma convivência pacífica em grupo e ao mesmo, tempo, de dar o seu melhor.

Porém como aponta Rosely Sayão (2011), conflitos, pequenas brigas e disputas constantes acontecem entre crianças e jovens. Sempre aconteceram e sempre acontecerão. Mas esses fatos, na proporção em que costumam acontecer, não podem ser nomeados como bullying. Fazer isso é banalizar o tema, que é sério. Aliás, isso tudo acontece sem ultrapassar os limites das relações civilizadas se há adultos por perto. Essa é nossa questão de sempre, por falar nisso.

O verdadeiro Bullying só acontece em situações em que os mais novos se encontram por conta própria, sem a companhia e a tutela de adultos, sem ainda ter condições para tal.

Também é papel da escola mostrar o que é socialmente benéfico e se preocupar com projetos socioambientais, pois é mais uma oportunidade para a criança refletir sobre as responsabilidades que deve ter no meio em que vive, que é de todos e de cada um.

Debater, discordar e protestar são princípios da cidadania. As crianças ainda não alcançaram o entendimento pleno dos papéis sociais existentes ao seu redor e nisso o Projeto Pequenos Cidadãos em Ação quer ser uma ajuda e desenvolvimento de leitura de mundo humanizador e crítico. Cabe aos pais e à escola provocar o debate para que, desde cedo, as crianças possam ter consciência de seus direitos e dos direitos dos demais, que digam o que pensam e, depois, reflitam sobre o dito para sua maior validação ou reposicionamento.

PROBLEMATIZAÇÃO

Como (re)construir valores em crianças que ainda estão em processo de entendimento de seu papel dentro da sociedade?

OBJETIVO GERAL

Chamar nossos Xaverianos a participarem de forma ativa na transformação da sociedade através do respeito à individualidade e aos direitos e modo de vida das pessoas, valorizando diferenças e semelhanças, reconhecendo a importância da convivência e dos deveres com a natureza e com o lugar onde vivem.

É dever de todos tirar a cidadania do papel e fazer com que nossos direitos e deveres sejam cumpridos. (DIMENSTEIN, 2011) 

 OBJETIVOS ESPECÍFICOS

  • Identificar valores como solidariedade, justiça e igualdade para exercer a cidadania, seja em casa, na rua, na escola, no bairro, etc.;
  • Desenvolver a humanização no trato político-social;
  • Incentivar a cooperação e trabalhar de maneira interativa para encorajar a aprendizagem de todos os alunos e desenvolver a percepção de que a criança está inserida em uma comunidade e que deve estar sempre atenta para fazer sua parte de forma autônoma progressivamente, sendo corresponsável pelas tomadas de decisões e respeitando regras e normas.
  • Ensinar a conviver com diferenças de todo o tipo: classes sociais, raças, religiões, etc.;
  • Estimular a participação das crianças em decisões que envolvam todo o grupo, com debates e votações, promovendo o exercício da democracia;
  • Desenvolver pequenas ações sociais que tenham como meta melhorar a qualidade dos espaços em que estão inseridos.
  • Entender o civismo (cidadania) como um sentimento de amor à pátria e de respeito uns pelos outros.

O PPI, O PEC E O PROJETO

“O Paradigma Inaciano (contexto, experiência, reflexão, ação e avaliação) sugere uma multidão de caminhos pelos quais os professores podem acompanhar seus alunos e facilitar-lhes a aprendizagem, o amadurecimento, fazendo-os encarar a verdade e o sentido da vida.  É um Paradigma que pode fornecer resposta muito adequada aos problemas educativos por nós hoje enfrentados, e ter capacidade intrínseca de ultrapassar o meramente teórico e chegar a ser instrumento de efetuar mudanças em nossa maneira de ensinar e na de os nossos alunos aprenderem.

(…) um modo de proceder que todos podemos adotar confiadamente em nossa tarefa de ajudar os alunos em seu desenvolvimento autêntico como pessoas competentes, conscientes e sensíveis à compaixão”.

(PEDAGOGIA INACIANA – UMA PROPOSTA PRÁTICA, P.38)

“A noção de valor fundamenta a vida escolar e está explícita no currículo da instituição. As normas, os regulamentos, as decisões, as ações e a relação estabelecida entre os membros da comunidade educativa transparecem os valores que pregamos. Educamos na justiça, no respeito, na solidariedade, na contemplação e na compaixão. A educação jesuíta é instrumento efetivo de formação, fundamentado na fé, na prática da justiça, no diálogo inter-religioso e no cuidado com a ambiente”.

(PEC – PROJETO EDUCATIVO COMUM, PP. 44 E 45)

Geometria no ar: as pipas e suas cores

Geometria no ar: as pipas e suas cores

Pelo estudo das cores, polígonos e texto instrucional os xaverianos confeccionam pipas

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O Projeto “Geometria no ar: as pipas e suas cores” surgiu a partir da interdisciplinaridade entre as disciplinas de Artes Plásticas, Matemática e Língua Portuguesa que estudam respectivamente cores, polígonos e texto instrucional e através da junção desses conteúdos os xaverianos confeccionarão pipas utilizando todos os conceitos aprendidos.

Linha do tempo – História da humanidade e do conhecimento

Linha do tempo – História da humanidade e do conhecimento

Tornar os xaverianos aptos a uma intervenção mais responsável no mundo em que vivem

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O projeto “Linha do tempo – uma história da humanidade e do conhecimento” nasce com o intuito de propiciar, de forma sociocognitiva e lúdica, a capacidade de interpretar o mundo, de compreender processos e fenômenos sociais, políticos e culturais e de, acima de tudo, tornar os xaverianos aptos a uma intervenção mais responsável no mundo em que vivem. Ao refletirem sobre os avanços políticos, econômicos, científicos e tecnológicos da humanidade, os estudantes terão um olhar interdisciplinar sobre a atuação do ser humano ao longo da História, contextualizando cada uma das invenções e criações da humanidade.

Meu carrinho de rolimã

Meu carrinho de rolimã

É um projeto que tem sua metodologia fundamentada na Aprendizagem Baseada em Projetos (ABP)

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“Meu Carrinho de Rolimã” é um projeto que tem sua metodologia fundamentada na Aprendizagem Baseada em Projetos (ABP). Esta metodologia propicia uma aprendizagem inserida no contexto educacional, na qual o Xaveriano é agente na produção do seu conhecimento, rompendo com a forma rígida e pré-estabelecida do desenvolvimento dos conteúdos, mas possibilitando que os mesmos sejam incorporados, codificados e recodificados durante o desenvolvimento do projeto.

Minha vida no tempo e no espaço

Minha vida no tempo e no espaço

A partir do autoconhecimento e reconhecimento do entorno, tem-se por objetivo valorizar a própria história e de sua família

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O projeto “Minha vida no tempo e no espaço” surgiu a partir da seguinte questão norteadora: “Eu conheço minha história de vida e o lugar onde eu vivo?”. Por tratar-se de um projeto para o sexto ano, série inicial do Ensino Fundamental 2, consideramos de grande importância para o aluno um exercício de investigação de sua identidade e do local onde vive. Desta maneira, a partir do autoconhecimento e reconhecimento do entorno, tem-se por objetivo valorizar a própria história e de sua família, que estão inseridas ao bairro/local onde se vive, e assim intervir de forma consciente e proativa ao seu redor.

Montanha-russa de papel

Montanha-russa de papel

O Xaveriano é agente na produção do seu conhecimento, rompendo com a forma rígida e pré-estabelecida do desenvolvimento dos conteúdos

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“Montanha-Russa de Papel” é um projeto que tem sua metodologia fundamentada na Aprendizagem Baseada em Projetos (ABP). Esta metodologia propicia uma aprendizagem inserida no contexto educacional, na qual o Xaveriano é agente na produção do seu conhecimento, rompendo com a forma rígida e pré-estabelecida do desenvolvimento dos conteúdos, mas possibilitando que os mesmos sejam incorporados, codificados e recodificados durante o desenvolvimento do projeto.

Nós na Rede

Nós na Rede

Oferecer aos Xaverianos informações sobre algum aspecto da Cultura Brasileira através da construção de jogos

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Responsável: Daniela Conti

Objetivos
01. Avaliar as propostas educativas, sua efetividade e adequação ao PEC.

Descrição:
Construção de jogos físicos e online: Carrute, QR Code, quebra cabeça online, jogo africano de tabuleiro, Sudoku.

Justificativa:
De forma lúdica, apropriar-se de um assunto sobre a Cultura Brasileira ampliando o reconhecimento da identidade inaciana que une todos os Colégios.
Além disso, o projeto justica-se também pelo fato do jogo ser uma atividade de aspecto lúdico com regras estabelecidas pelos participantes. Ele é importante, pois ajuda no desenvolvimento integral das crianças e contribui nos aspectos motores, cognitivos, afetivos e sociais. Trabalhar com jogos é uma situação didática que colabora para uma aprendizagem mais significativa. O professor sabe que ensinar é criar condições adequadas ao processo ensino-aprendizagem e à realização de intervenções com vistas a possibilitar avanços aos alunos e, o jogo é uma dessas condições didáticas.

Objetivo Geral:
Oferecer aos Xaverianos do Ensino Fundamental I, informações sobre algum aspecto da Cultura Brasileira através da construção de jogos, sabendo que são aliados na organização de situações de aprendizagem e servem como uma prática social de relação com o conhecimento.

Objetivos Específicos:
1. Construir com os Xaverianos materiais lúdicos, sejam concretos ou em ambiente virtual, a partir das informações coletadas sobre o tema: Cultura Brasileira.
2. Apropriar-se de assuntos que serão desenvolvidos dentro do tema Cultura Brasileira: MPB, Imigração Japonesa, Cordel, Cultura africana.
3. Elaborar e construir jogos sobre os assuntos acima.
4. Perceber que diferentes espaços do colégio podem ser usados como espaço de discussão, confecção e jogos.
5. Incentivar os jogos de regra.
6. Ser capaz de justificar suas opções num jogo.
7. Estabelecer relações entre os conhecimentos postos no jogo e os conhecimentos escolares.

O bonequeiro de sucata 7º ano

O bonequeiro de sucata 7º ano

A partir de uma vivência concreta, conscientizar-se da importância de reciclar, reusar e reutilizar o lixo

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O Projeto “O bonequeiro de sucata” surgiu da leitura do livro paradidático de mesmo nome que aborda assuntos como o destino do lixo da cidade, trabalho infantil e reciclagem de lixo e oportunizará aos xaverianos a possibilidade de se colocar diante das questões sociais e ecológicas em evidência na cidade de São Paulo, se posicionar criticamente frente às situações enfrentadas e a partir de uma vivência concreta, conscientizar-se da importância de reciclar, reusar e reutilizar o lixo.

O menino de todas as guerras: desafios, superação e esperança

O menino de todas as guerras: desafios, superação e esperança

Quais questões sociais devemos olhar com mais atenção em nosso cotidiano?

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O Projeto “Os meninos de todas as guerras: desafios, superação e esperança” surgiu da questão norteadora: “Como enfrentar as guerras internas e externas no cotidiano?”, que oportunizará aos xaverianos a possibilidade de se colocar diante do panorama da grande guerra, das guerras atuais, além de refletir sobre as questões da adolescência que os afligem.

Olhinhos Fechados, Coração Aberto

Olhinhos Fechados, Coração Aberto

Os xaverianos serão estimulados a pensar sobre seu dia e a se colocarem no lugar do outro

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Responsável: DANIELA CONTI

Descrição:
Diariamente, as turmas envolvidas no projeto darão início ao exame de consciência, silenciando o ambiente da Educação Infantil.
Cada professora fará a condução de seu grupo durante por aproximadamente 5 minutos, normalizando a turma.
Este momento acontecerá, inicialmente, com um pedido de luz, graça e benção.
Os xaverianinhos serão estimulados a pensar sobre seu dia e a se colocarem no lugar do outro, relembrando e agradecendo as coisas boas que aconteceram, fazendo relações significativas, estimulando a memória afetiva.
Roda de conversa e história.

Justificativa:
Os primeiros anos de vida de uma criança são marcados por grandes transformações e descobertas. Aos poucos, os pequenos começam a entender o mundo em que vivem e aprendem a lidar consigo mesmos e com os outros. O Projeto “OLHINHOS FECHADOS CORAÇÃO ABERTO” está baseado em ensaios de exame de consciência ao estilo de Inácio de Loyola e quer ser uma “escola de oração”, promovendo a união dos xaverianinhos com Deus e um espaço de tempo destinado a trabalhar a interiorização e reflexão pessoal.
Diante de um mundo que se apresenta repleto de estímulos e rumores e, por estarmos num centro inaciano de educação, surge a necessidade de uma pausa para aquietar-se, agradecer, refletir e revisar.

Objetivos Gerais:

  • Reconhecer Deus em tudo que vivemos, agradecer e renovar-se com um bom propósito;
  • Ajudar as crianças em seu crescimento pessoal;
  • Desenvolver diferentes modos de examinar a consciência;
  • Ampliar gradativamente as possibilidades de comunicação com Deus por meio da oração e revisão de vida e atitudes;
  • Desenvolver nos xaverianinhos a capacidade de tornar-se agentes transformadores do bem comum e de suas relações com os demais.

Objetivos Específicos:

  • Familiarizar-se com a oração pessoal;
  • Reconhecer Deus como amigo e alguém próximo;
  • Criar espaço de reflexão orientado e adequado aos xaverianinhos, para ajudá-los a fazer uma releitura do dia em moldes inacianos;
  • Perceber, estimular e desenvolver a sensibilidade das crianças;
  • Estimular a memória afetiva (que memória a criança guarda dessa ou daquela situação);
  • Contemplar;
  • Criar momentos de introspeção.
Parodiando

Parodiando

A música envolve as pessoas, sensibiliza, por apresentar uma estrutura poética com sonoridade, rimas, entre outros aspectos

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O projeto “Parodiando” surgiu a partir da seguinte questão norteadora: “Como tornar o ensino da Língua Portuguesa mais interessante e mais significativo para o aluno?” A música envolve as pessoas, sensibiliza, por apresentar uma estrutura poética com sonoridade, rimas, entre outros aspectos. Além disso, para criação da nova letra musical, o aluno conhece e se apropria dos conhecimentos gramaticais, a fim de que possa transformá-los em um outro gênero textual, no caso, a paródia. Após a criação da letra da música, a apresentação será uma forma de expressão oral, pois cantará a paródia com ritmo e conteúdos coerentes, para que possa compreender a importância dos aspectos gramaticais na construção de sentido do texto.

Por que isso acontece? Eu quero saber!

Por que isso acontece? Eu quero saber!

Utiliza recursos visuais e digitais para transmitir informações e aprofundar conteúdos de modo interdisciplinar

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O projeto “Por que isso acontece? Eu quero saber! ” justifica-se pela importância de intensificar aprendizados e descobertas dos xaverianos para adquirirem uma postura investigativa, utilizando recursos visuais e digitais para transmitir informações e aprofundar conteúdos de modo interdisciplinar.

Ruas de memória: história e memória da Independência no bairro do Ipiranga

Ruas de memória: história e memória da Independência no bairro do Ipiranga

Refletir sobre o bairro do Ipiranga, inserindo-o no contexto da Independência do Brasil

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Longe de ser apenas uma via para locomoção de pessoas e mercadorias, as ruas são, também, espaços de memória e de História, o que nos faz refletir acerca da máxima do geógrafo Milton Santos, para quem o espaço é “um acúmulo desigual de tempos”.

O projeto “Ruas de memória: História e Memória da Independência no bairro do Ipiranga” nasce com o intuito de propiciar, de forma sociocognitiva e lúdica, a capacidade de interpretar o mundo, de compreender processos e fenômenos sociais, políticos e culturais e de, acima de tudo, refletirem sobre o bairro do Ipiranga, inserindo-o no contexto da Independência do Brasil.

Saindo da plateia – frente a frente com a realidade

Saindo da plateia – frente a frente com a realidade

Quais questões sociais devemos olhar com mais atenção em nosso cotidiano?

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O Projeto “Saindo da plateia: frente a frente com a realidade” surgiu da questão norteadora: “Quais questões sociais devemos olhar com mais atenção em nosso cotidiano?”, que oportunizará aos xaverianos a possibilidade de se colocar diante das questões sociais em evidência atualmente, se posicionar criticamente frente às situações enfrentadas em seu cotidiano e a partir de uma vivência concreta, gerar procedimentos e fornecer instrumentos multidisciplinares que os envolverão como pesquisadores, participantes e transformadores da realidade.

Simulação de Júri histórico: a República de 1946

Simulação de Júri histórico: a República de 1946

Propiciar, de forma sociocognitiva e lúdica, a reflexão sobre a História recente do Brasil e o legado do passado para o presente

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Com o objetivo de melhorar a compreensão acerca da 4ª República Brasileira, que compreende o período de 1946 a 1964, os alunos da 3ª série do Ensino Médio realizaram uma simulação de um júri histórico. Divididos em grupos, os estudantes receberam do professor o nome de um presidente da república estudado, e tiveram que levantar argumentos favoráveis ou contrários ao seu mandato presidencial. As pesquisas deveriam abranger temas como Saúde, Educação, Transportes, Política Interna, Política Externa e Economia.

A atividade teve como objetivo desenvolver as habilidades de leitura, interpretação de texto, pesquisa e oratória. Além disso, ao procurar documentos em bases de dados digitais, os xaverianos puderam se aproximar do trabalho realizado pelos historiadores.

O projeto “Simulação de Júri Histórico: A República de 1946” nasce com o intuito de propiciar, de forma sociocognitiva e lúdica, a capacidade de interpretar o mundo, de compreender processos e fenômenos sociais, políticos e culturais e de, acima de tudo, refletirem sobre a História recente do Brasil e o legado do passado para o presente.

Nós na Rede

Nós na Rede

Oferecer aos Xaverianos informações sobre algum aspecto da Cultura Brasileira através da construção de jogos

Saiba Mais

Responsável: Daniela Conti

Objetivos
01. Avaliar as propostas educativas, sua efetividade e adequação ao PEC.

Descrição:
Construção de jogos físicos e online: Carrute, QR Code, quebra cabeça online, jogo africano de tabuleiro, Sudoku.

Justificativa:
De forma lúdica, apropriar-se de um assunto sobre a Cultura Brasileira ampliando o reconhecimento da identidade inaciana que une todos os Colégios.
Além disso, o projeto justica-se também pelo fato do jogo ser uma atividade de aspecto lúdico com regras estabelecidas pelos participantes. Ele é importante, pois ajuda no desenvolvimento integral das crianças e contribui nos aspectos motores, cognitivos, afetivos e sociais. Trabalhar com jogos é uma situação didática que colabora para uma aprendizagem mais significativa. O professor sabe que ensinar é criar condições adequadas ao processo ensino-aprendizagem e à realização de intervenções com vistas a possibilitar avanços aos alunos e, o jogo é uma dessas condições didáticas.

Objetivo Geral:
Oferecer aos Xaverianos do Ensino Fundamental I, informações sobre algum aspecto da Cultura Brasileira através da construção de jogos, sabendo que são aliados na organização de situações de aprendizagem e servem como uma prática social de relação com o conhecimento.

Objetivos Específicos:
1. Construir com os Xaverianos materiais lúdicos, sejam concretos ou em ambiente virtual, a partir das informações coletadas sobre o tema: Cultura Brasileira.
2. Apropriar-se de assuntos que serão desenvolvidos dentro do tema Cultura Brasileira: MPB, Imigração Japonesa, Cordel, Cultura africana.
3. Elaborar e construir jogos sobre os assuntos acima.
4. Perceber que diferentes espaços do colégio podem ser usados como espaço de discussão, confecção e jogos.
5. Incentivar os jogos de regra.
6. Ser capaz de justificar suas opções num jogo.
7. Estabelecer relações entre os conhecimentos postos no jogo e os conhecimentos escolares.

Olhinhos Fechados, Coração Aberto

Olhinhos Fechados, Coração Aberto

Os xaverianos serão estimulados a pensar sobre seu dia e a se colocarem no lugar do outro

Saiba Mais

Responsável: DANIELA CONTI

Descrição:
Diariamente, as turmas envolvidas no projeto darão início ao exame de consciência, silenciando o ambiente da Educação Infantil.
Cada professora fará a condução de seu grupo durante por aproximadamente 5 minutos, normalizando a turma.
Este momento acontecerá, inicialmente, com um pedido de luz, graça e benção.
Os xaverianinhos serão estimulados a pensar sobre seu dia e a se colocarem no lugar do outro, relembrando e agradecendo as coisas boas que aconteceram, fazendo relações significativas, estimulando a memória afetiva.
Roda de conversa e história.

Justificativa:
Os primeiros anos de vida de uma criança são marcados por grandes transformações e descobertas. Aos poucos, os pequenos começam a entender o mundo em que vivem e aprendem a lidar consigo mesmos e com os outros. O Projeto “OLHINHOS FECHADOS CORAÇÃO ABERTO” está baseado em ensaios de exame de consciência ao estilo de Inácio de Loyola e quer ser uma “escola de oração”, promovendo a união dos xaverianinhos com Deus e um espaço de tempo destinado a trabalhar a interiorização e reflexão pessoal.
Diante de um mundo que se apresenta repleto de estímulos e rumores e, por estarmos num centro inaciano de educação, surge a necessidade de uma pausa para aquietar-se, agradecer, refletir e revisar.

Objetivos Gerais:

  • Reconhecer Deus em tudo que vivemos, agradecer e renovar-se com um bom propósito;
  • Ajudar as crianças em seu crescimento pessoal;
  • Desenvolver diferentes modos de examinar a consciência;
  • Ampliar gradativamente as possibilidades de comunicação com Deus por meio da oração e revisão de vida e atitudes;
  • Desenvolver nos xaverianinhos a capacidade de tornar-se agentes transformadores do bem comum e de suas relações com os demais.

Objetivos Específicos:

  • Familiarizar-se com a oração pessoal;
  • Reconhecer Deus como amigo e alguém próximo;
  • Criar espaço de reflexão orientado e adequado aos xaverianinhos, para ajudá-los a fazer uma releitura do dia em moldes inacianos;
  • Perceber, estimular e desenvolver a sensibilidade das crianças;
  • Estimular a memória afetiva (que memória a criança guarda dessa ou daquela situação);
  • Contemplar;
  • Criar momentos de introspeção.
Formação Cívica e Cidadã

Formação Cívica e Cidadã

Participar de forma ativa na transformação da sociedade através do respeito à individualidade e aos direitos e modo de vida das pessoas

Saiba Mais

PROFESSORES RESPONSÁVEIS: Todas as professoras titulares de sala

COORDENADORAS RESPONSÁVEIS: Daniela Conti

DURAÇÃO: Todo ano letivo

(…) “É preciso ver com o coração. Quem vê sem sentir dor deixa o mundo como está. Mas quem sofre quando vê, coloca a mão na massa para mudar a situação”.

RUBEM ALVES 

JUSTIFICATIVA

Cidadania – uma palavra usada com frequência, mas que poucos entendem o que significa – quer dizer, em essência, a garantia por lei de viver dignamente. (DIMENSTEIN, 2011)

Cidadania é o direito à vida com tudo que deve vir junto: liberdade, justiça, saúde, trabalho, educação, etc. (NOVAES E LOBO, 2008) e, portanto, a importância do desenvolvimento desse projeto na escola que precisa desde cedo ser apresentado às crianças.

É indispensável reservar um espaço na escola para transmitir valores como solidariedade, tolerância, respeito, o que é certo e o que é errado para si e para os outros e, a partir daí, respeitar as regras e lutar para que elas funcionem na prática, mostrando aos alunos que o mundo é feito de muitas pessoas com necessidades diferentes e, que eles são parte desse todo – e não o centro – aspecto fundamental para ensinar cidadania.

Ao trabalharmos Bullying neste projeto, reconhecemos ser um problema que fere os princípios da cidadania e, portanto, merece nosso olhar atento e cuidadoso, no sentido de impedir um aluno de fazer mal a outro e, assim, ser tolhido seu direito de usufruir de uma convivência pacífica em grupo e ao mesmo, tempo, de dar o seu melhor.

Porém como aponta Rosely Sayão (2011), conflitos, pequenas brigas e disputas constantes acontecem entre crianças e jovens. Sempre aconteceram e sempre acontecerão. Mas esses fatos, na proporção em que costumam acontecer, não podem ser nomeados como bullying. Fazer isso é banalizar o tema, que é sério. Aliás, isso tudo acontece sem ultrapassar os limites das relações civilizadas se há adultos por perto. Essa é nossa questão de sempre, por falar nisso.

O verdadeiro Bullying só acontece em situações em que os mais novos se encontram por conta própria, sem a companhia e a tutela de adultos, sem ainda ter condições para tal.

Também é papel da escola mostrar o que é socialmente benéfico e se preocupar com projetos socioambientais, pois é mais uma oportunidade para a criança refletir sobre as responsabilidades que deve ter no meio em que vive, que é de todos e de cada um.

Debater, discordar e protestar são princípios da cidadania. As crianças ainda não alcançaram o entendimento pleno dos papéis sociais existentes ao seu redor e nisso o Projeto Pequenos Cidadãos em Ação quer ser uma ajuda e desenvolvimento de leitura de mundo humanizador e crítico. Cabe aos pais e à escola provocar o debate para que, desde cedo, as crianças possam ter consciência de seus direitos e dos direitos dos demais, que digam o que pensam e, depois, reflitam sobre o dito para sua maior validação ou reposicionamento.

PROBLEMATIZAÇÃO

Como (re)construir valores em crianças que ainda estão em processo de entendimento de seu papel dentro da sociedade?

OBJETIVO GERAL

Chamar nossos Xaverianos a participarem de forma ativa na transformação da sociedade através do respeito à individualidade e aos direitos e modo de vida das pessoas, valorizando diferenças e semelhanças, reconhecendo a importância da convivência e dos deveres com a natureza e com o lugar onde vivem.

É dever de todos tirar a cidadania do papel e fazer com que nossos direitos e deveres sejam cumpridos. (DIMENSTEIN, 2011) 

 OBJETIVOS ESPECÍFICOS

  • Identificar valores como solidariedade, justiça e igualdade para exercer a cidadania, seja em casa, na rua, na escola, no bairro, etc.;
  • Desenvolver a humanização no trato político-social;
  • Incentivar a cooperação e trabalhar de maneira interativa para encorajar a aprendizagem de todos os alunos e desenvolver a percepção de que a criança está inserida em uma comunidade e que deve estar sempre atenta para fazer sua parte de forma autônoma progressivamente, sendo corresponsável pelas tomadas de decisões e respeitando regras e normas.
  • Ensinar a conviver com diferenças de todo o tipo: classes sociais, raças, religiões, etc.;
  • Estimular a participação das crianças em decisões que envolvam todo o grupo, com debates e votações, promovendo o exercício da democracia;
  • Desenvolver pequenas ações sociais que tenham como meta melhorar a qualidade dos espaços em que estão inseridos.
  • Entender o civismo (cidadania) como um sentimento de amor à pátria e de respeito uns pelos outros.

O PPI, O PEC E O PROJETO

“O Paradigma Inaciano (contexto, experiência, reflexão, ação e avaliação) sugere uma multidão de caminhos pelos quais os professores podem acompanhar seus alunos e facilitar-lhes a aprendizagem, o amadurecimento, fazendo-os encarar a verdade e o sentido da vida.  É um Paradigma que pode fornecer resposta muito adequada aos problemas educativos por nós hoje enfrentados, e ter capacidade intrínseca de ultrapassar o meramente teórico e chegar a ser instrumento de efetuar mudanças em nossa maneira de ensinar e na de os nossos alunos aprenderem.

(…) um modo de proceder que todos podemos adotar confiadamente em nossa tarefa de ajudar os alunos em seu desenvolvimento autêntico como pessoas competentes, conscientes e sensíveis à compaixão”.

(PEDAGOGIA INACIANA – UMA PROPOSTA PRÁTICA, P.38)

“A noção de valor fundamenta a vida escolar e está explícita no currículo da instituição. As normas, os regulamentos, as decisões, as ações e a relação estabelecida entre os membros da comunidade educativa transparecem os valores que pregamos. Educamos na justiça, no respeito, na solidariedade, na contemplação e na compaixão. A educação jesuíta é instrumento efetivo de formação, fundamentado na fé, na prática da justiça, no diálogo inter-religioso e no cuidado com a ambiente”.

(PEC – PROJETO EDUCATIVO COMUM, PP. 44 E 45)

“Nós do Brasil”

“Nós do Brasil”

Surgiu da leitura do livro paradidático para suscitar uma reflexão a partir de conexões históricas que levem à compreensão da identidade do povo brasileiro

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O projeto “Nós” do Brasil surgiu da leitura do livro paradidático para suscitar uma reflexão a partir de conexões históricas que levem à compreensão da identidade do povo brasileiro, possibilitando o conhecimento dos grupos que conviveram e convivem no cotidiano brasileiro.

A nossa civilização antiga

A nossa civilização antiga

O aluno irá conhecer os aspectos econômicos, sociais, culturais, ambientais e políticos das civilizações da antiguidade

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O projeto “A nossa civilização antiga” justifica-se pela importância de o aluno conhecer os aspectos econômicos, sociais, culturais, ambientais e políticos das civilizações da antiguidade, de modo interdisciplinar e compreendendo as relações entre os diversos aspectos que compõem uma sociedade. Envolvendo todos os componentes curriculares, as civilizações que serão criadas deverão apresentar os aspectos das civilizações originais, acrescidos de elementos criados pelos próprios alunos, estimulando a criatividade, a pesquisa, o trabalho em equipe, entre outros. Em parceria com o “Nave à vela”, além dos aspectos teóricos da civilização, também serão criados objetos de arte, economia e cotidiano para desenvolver outros tipos de habilidades nos xaverianos.

Debate: Química e Sociedade

Debate: Química e Sociedade

A prática da argumentação pode contribuir muito para a aprendizagem das ciências e para a formação do aprendiz-cidadão

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O debate está centrado no exercício da argumentação como “uma atividade social discursiva que se realiza pela justificação de pontos de vista e consideração de perspectivas contrárias (contra-argumento) com o objetivo último de promover mudanças nas representações dos participantes sobre o tema discutido” (De Chiaro e Leitão, 2005, p. 350). Embora o confronto entre argumento e contra-argumento não garanta mudanças de ponto de vista, o processo é pré-requisito fundamental para que mudanças de perspectiva possam ocorrer (Leitão, 2000). Ainda que a prática da argumentação ocorra em contextos sociais diversos e constitua recurso privilegiado de mediação em processos de construção de conhecimento (Leitão, 2000), acreditamos que, em sala de aula, ela possa contribuir muito para a aprendizagem das ciências e para a formação do aprendiz-cidadão.

Do Sanfra ao Padre Chico na ponta dos dedos/Ipiranga na ponta dos dedos

Do Sanfra ao Padre Chico na ponta dos dedos/Ipiranga na ponta dos dedos

Transferir o foco do educando de “saber” para “aprender”

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Este projeto tem como foco a reciprocidade, em que cada disciplina seja enriquecida com a contribuição das demais; uma busca pela interdisciplinaridade, sendo o professor o agente de superação da compartimentação dos saberes.
Identificar que a disciplina de Matemática é uma ferramenta a ser utilizada pelas outras áreas do conhecimento (Física e Química).

Transferir o foco do educando de “saber” para “aprender”.

Aplicar os diversos conhecimentos adquiridos (ver conteúdo programático das disciplinas) na reprodução de uma edificação real do bairro do Ipiranga.

Reproduzir de forma fidedigna, ou seja, totalmente em escala, uma edificação presente na rua do colégio (trajeto que liga o Colégio São Francisco Xavier ao Instituto Padre Chico).

Promover a interação entre os xaverianos e os educandos do Instituto Padre Chico.

Doenças que afetam os Sistemas do Corpo Humano

Doenças que afetam os Sistemas do Corpo Humano

A importância do aluno conhecer o funcionamento dos Sistemas do Corpo Humano de modo interdisciplinar

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O projeto “Doenças que afetam os Sistemas do Corpo Humano” justifica-se pela importância de o aluno conhecer o funcionamento dos Sistemas do Corpo Humano, de modo interdisciplinar e compreendendo as relações entre o Sistema, a doença relacionada e a incidência de casos na América. Estimulando a criatividade, a pesquisa, o trabalho em equipe, entre outros.

Era uma vez uma princesa que se salvou sozinha

Era uma vez uma princesa que se salvou sozinha

O que mais a mulher deve fazer para ser respeitada e valorizada na sociedade?

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O Projeto “Era uma vez uma princesa que se salvou sozinha” surgiu da questão norteadora: “O que mais a mulher deve fazer para ser respeitada e valorizada na sociedade? ”, que oportunizará aos xaverianos a possibilidade refletir e discutir sobre a posição da mulher no mundo moderno.

Geometria no ar: as pipas e suas cores

Geometria no ar: as pipas e suas cores

Pelo estudo das cores, polígonos e texto instrucional os xaverianos confeccionam pipas

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O Projeto “Geometria no ar: as pipas e suas cores” surgiu a partir da interdisciplinaridade entre as disciplinas de Artes Plásticas, Matemática e Língua Portuguesa que estudam respectivamente cores, polígonos e texto instrucional e através da junção desses conteúdos os xaverianos confeccionarão pipas utilizando todos os conceitos aprendidos.

Minha vida no tempo e no espaço

Minha vida no tempo e no espaço

A partir do autoconhecimento e reconhecimento do entorno, tem-se por objetivo valorizar a própria história e de sua família

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O projeto “Minha vida no tempo e no espaço” surgiu a partir da seguinte questão norteadora: “Eu conheço minha história de vida e o lugar onde eu vivo?”. Por tratar-se de um projeto para o sexto ano, série inicial do Ensino Fundamental 2, consideramos de grande importância para o aluno um exercício de investigação de sua identidade e do local onde vive. Desta maneira, a partir do autoconhecimento e reconhecimento do entorno, tem-se por objetivo valorizar a própria história e de sua família, que estão inseridas ao bairro/local onde se vive, e assim intervir de forma consciente e proativa ao seu redor.

O bonequeiro de sucata 7º ano

O bonequeiro de sucata 7º ano

A partir de uma vivência concreta, conscientizar-se da importância de reciclar, reusar e reutilizar o lixo

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O Projeto “O bonequeiro de sucata” surgiu da leitura do livro paradidático de mesmo nome que aborda assuntos como o destino do lixo da cidade, trabalho infantil e reciclagem de lixo e oportunizará aos xaverianos a possibilidade de se colocar diante das questões sociais e ecológicas em evidência na cidade de São Paulo, se posicionar criticamente frente às situações enfrentadas e a partir de uma vivência concreta, conscientizar-se da importância de reciclar, reusar e reutilizar o lixo.

O menino de todas as guerras: desafios, superação e esperança

O menino de todas as guerras: desafios, superação e esperança

Quais questões sociais devemos olhar com mais atenção em nosso cotidiano?

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O Projeto “Os meninos de todas as guerras: desafios, superação e esperança” surgiu da questão norteadora: “Como enfrentar as guerras internas e externas no cotidiano?”, que oportunizará aos xaverianos a possibilidade de se colocar diante do panorama da grande guerra, das guerras atuais, além de refletir sobre as questões da adolescência que os afligem.

Parodiando

Parodiando

A música envolve as pessoas, sensibiliza, por apresentar uma estrutura poética com sonoridade, rimas, entre outros aspectos

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O projeto “Parodiando” surgiu a partir da seguinte questão norteadora: “Como tornar o ensino da Língua Portuguesa mais interessante e mais significativo para o aluno?” A música envolve as pessoas, sensibiliza, por apresentar uma estrutura poética com sonoridade, rimas, entre outros aspectos. Além disso, para criação da nova letra musical, o aluno conhece e se apropria dos conhecimentos gramaticais, a fim de que possa transformá-los em um outro gênero textual, no caso, a paródia. Após a criação da letra da música, a apresentação será uma forma de expressão oral, pois cantará a paródia com ritmo e conteúdos coerentes, para que possa compreender a importância dos aspectos gramaticais na construção de sentido do texto.

Por que isso acontece? Eu quero saber!

Por que isso acontece? Eu quero saber!

Utiliza recursos visuais e digitais para transmitir informações e aprofundar conteúdos de modo interdisciplinar

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O projeto “Por que isso acontece? Eu quero saber! ” justifica-se pela importância de intensificar aprendizados e descobertas dos xaverianos para adquirirem uma postura investigativa, utilizando recursos visuais e digitais para transmitir informações e aprofundar conteúdos de modo interdisciplinar.

Saindo da plateia – frente a frente com a realidade

Saindo da plateia – frente a frente com a realidade

Quais questões sociais devemos olhar com mais atenção em nosso cotidiano?

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O Projeto “Saindo da plateia: frente a frente com a realidade” surgiu da questão norteadora: “Quais questões sociais devemos olhar com mais atenção em nosso cotidiano?”, que oportunizará aos xaverianos a possibilidade de se colocar diante das questões sociais em evidência atualmente, se posicionar criticamente frente às situações enfrentadas em seu cotidiano e a partir de uma vivência concreta, gerar procedimentos e fornecer instrumentos multidisciplinares que os envolverão como pesquisadores, participantes e transformadores da realidade.

Ação Amazônia – formando os agentes da transformação

Ação Amazônia – formando os agentes da transformação

Colaborar com a formação socioambiental, política e cultural de agentes de transformação

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“A Amazônia brasileira tem mais de 5 milhões de quilômetros quadrados, em nove estados, e ocupa 59% do território nacional. È uma realidade complexa, desconhecida da maioria dos brasileiros. Abriga 30% de todas as formas vivas do planeta e contém 15,5% da água doce do mundo. Conta com mais de 250 povos indígenas, dezenas deles isolados, e comunidades tradicionais de quilombolas, seringueiros, pescadores, ribeirinhos, posseiros e extrativistas.” (Plano Apostólico – Província dos jesuítas do Brasil 2015-2020) A Amazônia e as florestas tropicais, que armazenam de 90 bilhões a 140 bilhões de toneladas de carbono, ajudam a estabilizar o clima em todo o mundo. Só a Floresta Amazônica representa 10% de toda a biomassa do planeta. Todo este patrimônio natural e sociocultural do Brasil a serviço da humanidade encontra-se gravemente comprometido pelas intervenções humanas.

Devido à sua singular importância no cenário socioambiental nacional e internacional, e pelas características específicas desta imensa e desconhecida região, é de interesse, não só da Província dos Jesuítas do Brasil, mas também da Rede Jesuíta de Educação, da qual a comunidade xaveriana faz parte, promover a reflexão da realidade.

Promover o aprofundamento teórico sobre a história sociopolítica da região, as causas da persistente situação de desigualdade e de exploração das populações e da natureza.

Colaborar com a formação socioambiental, política e cultural de agentes de transformação, para que os mesmos participem do diálogo no espaço público, assumindo a defesa da vida nesta região assim como da natureza em geral.

Debate: Aquecimento Global: ambientalista x céticos

Debate: Aquecimento Global: ambientalista x céticos

A realização de debates em sala de aula oferece aos alunos a oportunidade de exporem suas ideias

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A realização de debates em sala de aula oferece aos alunos a oportunidade de exporem suas ideias prévias a respeito de fenômenos e conceitos científicos num ambiente estimulante. Torna-se, então, necessária a criação de espaços onde os alunos possam falar e, por meio da fala, tomar consciência de suas próprias ideias, além de aprenderem a se comunicar com base num novo gênero discursivo: o científico escolar (Capecchi e Carvalho, 2000).

Assim pode-se afirmar que a alfabetização científica visa prover os alunos do entendimento e leitura do conhecimento científico, já o letramento além de objetivar ao indivíduo uma leitura do conhecimento científico socialmente construído tem a promoção de conduzir a ação na sociedade e como pessoa humana.

Foguete de propulsão a água

Foguete de propulsão a água

O projetose utiliza da Cultura Maker (Do It Yourself ) como um pilar do aprendizado

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“Foguete de Propulsão a Água” é um projeto que tem sua metodologia fundamentada na Aprendizagem Baseada em Projetos (ABP). Esta metodologia propicia uma aprendizagem inserida no contexto educacional, na qual o Xaveriano é agente na produção do seu conhecimento, rompendo com a forma rígida e pré-estabelecida do desenvolvimento dos conteúdos, mas possibilitando que os mesmos sejam incorporados, codificados e recodificados durante o desenvolvimento do projeto.

O projeto ainda se utiliza da Cultura Maker (Do It Yourself ) como um pilar do aprendizado. Este pilar, baseado no “aprender fazendo”, privilegia o protagonismo do Xaveriano, oportunizando momentos de colaboração, criatividade, atitude crítica e autônoma, buscando a quebra da compartimentalização de conhecimentos e da rigidez da organização de tempos e espaços. (PEC 41).

“Foguete de Propulsão a Água” almeja à transposição dos limites frios atualmente delineados para o ensino formal, descritivo e axiomático, para um novo cenário, rico de estímulos e fortemente interativo, capaz de proporcionar a autonomia do Xaveriano em elaborar e testar suas hipóteses. (PEC 42).
Esse projeto possui um tipo de organização e planejamento do tempo e dos conteúdos que envolvem uma situação-problema e têm como objetivo articular propósitos didáticos e sociais, ou seja, construir a aprendizagem juntamente com um produto final (MOÇO, 2011)

Linha do tempo – História da humanidade e do conhecimento

Linha do tempo – História da humanidade e do conhecimento

Tornar os xaverianos aptos a uma intervenção mais responsável no mundo em que vivem

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O projeto “Linha do tempo – uma história da humanidade e do conhecimento” nasce com o intuito de propiciar, de forma sociocognitiva e lúdica, a capacidade de interpretar o mundo, de compreender processos e fenômenos sociais, políticos e culturais e de, acima de tudo, tornar os xaverianos aptos a uma intervenção mais responsável no mundo em que vivem. Ao refletirem sobre os avanços políticos, econômicos, científicos e tecnológicos da humanidade, os estudantes terão um olhar interdisciplinar sobre a atuação do ser humano ao longo da História, contextualizando cada uma das invenções e criações da humanidade.

Meu carrinho de rolimã

Meu carrinho de rolimã

É um projeto que tem sua metodologia fundamentada na Aprendizagem Baseada em Projetos (ABP)

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“Meu Carrinho de Rolimã” é um projeto que tem sua metodologia fundamentada na Aprendizagem Baseada em Projetos (ABP). Esta metodologia propicia uma aprendizagem inserida no contexto educacional, na qual o Xaveriano é agente na produção do seu conhecimento, rompendo com a forma rígida e pré-estabelecida do desenvolvimento dos conteúdos, mas possibilitando que os mesmos sejam incorporados, codificados e recodificados durante o desenvolvimento do projeto.

Montanha-russa de papel

Montanha-russa de papel

O Xaveriano é agente na produção do seu conhecimento, rompendo com a forma rígida e pré-estabelecida do desenvolvimento dos conteúdos

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“Montanha-Russa de Papel” é um projeto que tem sua metodologia fundamentada na Aprendizagem Baseada em Projetos (ABP). Esta metodologia propicia uma aprendizagem inserida no contexto educacional, na qual o Xaveriano é agente na produção do seu conhecimento, rompendo com a forma rígida e pré-estabelecida do desenvolvimento dos conteúdos, mas possibilitando que os mesmos sejam incorporados, codificados e recodificados durante o desenvolvimento do projeto.

Ruas de memória: história e memória da Independência no bairro do Ipiranga

Ruas de memória: história e memória da Independência no bairro do Ipiranga

Refletir sobre o bairro do Ipiranga, inserindo-o no contexto da Independência do Brasil

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Longe de ser apenas uma via para locomoção de pessoas e mercadorias, as ruas são, também, espaços de memória e de História, o que nos faz refletir acerca da máxima do geógrafo Milton Santos, para quem o espaço é “um acúmulo desigual de tempos”.

O projeto “Ruas de memória: História e Memória da Independência no bairro do Ipiranga” nasce com o intuito de propiciar, de forma sociocognitiva e lúdica, a capacidade de interpretar o mundo, de compreender processos e fenômenos sociais, políticos e culturais e de, acima de tudo, refletirem sobre o bairro do Ipiranga, inserindo-o no contexto da Independência do Brasil.

Simulação de Júri histórico: a República de 1946

Simulação de Júri histórico: a República de 1946

Propiciar, de forma sociocognitiva e lúdica, a reflexão sobre a História recente do Brasil e o legado do passado para o presente

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Com o objetivo de melhorar a compreensão acerca da 4ª República Brasileira, que compreende o período de 1946 a 1964, os alunos da 3ª série do Ensino Médio realizaram uma simulação de um júri histórico. Divididos em grupos, os estudantes receberam do professor o nome de um presidente da república estudado, e tiveram que levantar argumentos favoráveis ou contrários ao seu mandato presidencial. As pesquisas deveriam abranger temas como Saúde, Educação, Transportes, Política Interna, Política Externa e Economia.

A atividade teve como objetivo desenvolver as habilidades de leitura, interpretação de texto, pesquisa e oratória. Além disso, ao procurar documentos em bases de dados digitais, os xaverianos puderam se aproximar do trabalho realizado pelos historiadores.

O projeto “Simulação de Júri Histórico: A República de 1946” nasce com o intuito de propiciar, de forma sociocognitiva e lúdica, a capacidade de interpretar o mundo, de compreender processos e fenômenos sociais, políticos e culturais e de, acima de tudo, refletirem sobre a História recente do Brasil e o legado do passado para o presente.